Feira da Estação de Pedro Leopoldo proporciona salto nos negócios dos expositores

 

 

Para proporcionar a aceitação de mercado de um produto é de extrema importância uma boa exposição da marca, aumentar a rede de contatos e visualizar novas possibilidades de negócio. E se existem momentos em que é possível fazer tudo isso de uma só vez só, são em feiras, eventos disputadíssimos devido ao grande público rotativo. São excelentes oportunidades para fazer com que mais pessoas conheçam o trabalho do expositor.

Foi assim que a pedroleopoldense Susy Silveira alavancou suas vendas e abriu seu próprio negócio. Suzy começou a expor bolsas em cartonagem, arquinhos infantis, cachecóis e toucas de frio na Feira de Artesanatos da Praça da Estação em Pedro Leopoldo há cerca de três anos. Agora a empreendedora deixa a Feira para dar início ao seu novo empreendimento, o Ateliê Suzy Artes. Segundo Suzy, o período em que esteve na Feira foi crucial para sua alavancada empresarial. “Na Feira aprendi a lidar com o público e entender o que o cliente precisa. O contato físico com a clientela também ajudou. O marketing que se tem na feira é e foi muito importante para que eu pudesse abraçar novas oportunidades. Agora vou dar um grande passo. Estou para montar um site e um blog de vendas na internet. O Ateliê Suzy Artes está saindo da Feira para um âmbito maior. Só tenho a agradecer a todos envolvidos pela organização da Feira, principalmente ao José Geraldo, que está sempre envolvido com os artesãos e ajuda no que é possível”, destacou.

Para Suzy, as vendas não são o mais importante na Feira, e sim, a exposição do produto. Para ela, poder mostrar seus produtos acelerou o sonho de ter o seu Ateliê. “A feira é um marketing para o artesanato. Por mais que você não faça vendas, você mostra seu produto, você divulga. E divulgação é tudo! Abre um leque de oportunidades. Já vendi produtos na feira que foram para a França, Argentina. Agora estou investindo em novos produtos e pretendo alcançar novos clientes”, disse.

 

Susy Silveira

Quem também fez da Feira um trampolim para o empresariado foi Priscila Williams. Priscila começou vendendo bolos e biscoitos na Feira da Praça da Estação. “Tudo feito artesanalmente, com gostinho de casa de vó”, faz questão de destacar. No tempo em que esteve na Feira, viu seu negócio alavancar. “Foi tempo de vitrine, de divulgação. Era onde meus clientes me encontravam pessoalmente, já que, de modo geral, eu trabalho com encomendas e delivery. A Feira da Estação me proporcionou o contato próximo com minha clientela e isso foi muito importante para o crescimento do Gostosuras”, disse.

 

Priscila Willians

Este ano, no mês de abril, Priscila, ampliou seus negócios. “O negócio mudou, o foco mudou e o produto também. Hoje em dia, com a ‘Gostosuras’, trabalho mais diretamente com suspiros gourmet direcionados para festas, o que me faz trabalhar com pedidos e encomendas. Consegui oficializar a abertura do meu negócio depois de estar na Feira. Encarar a Feira como negócio, e não um hobby, é fundamental para crescer e amadurecer como empresária”, sugeriu.

José Geraldo Leroy, Coordenador da Feira, reforça importância da Feira no sentido de dar visibilidade aos expositores e de aumentar as oportunidades de dar um salto nos negócios. “Ali é possível atrair o olhar das pessoas para seu produto. Assim que elas entram no seu espaço, passam a ter um contato maior com os produtos e os serviços que você oferece, como os oferece e a que preço você os oferece. É uma vitrine sensacional”, reforçou.

A Feira de Artes, Artesanatos e Comidas Típicas de Pedro Leopoldo funciona sempre no primeiro e no terceiro domingo de cada mês, na Praça da Estação. Atualmente são aproximadamente 30 expositores. Quem tiver interesse em ser um deles deve procurar a Secretaria Municipal de Cultura.

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